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Como Fazer Um Hostel No Brasil Em cinco Dicas
08.08.2018 09:12


Um Passo A Passo Pra Pôr A Ideia De Negócio Em Prática


O que os atuais Polo, Golf, Jetta, Passat, Tiguan e minivan Touran tem em comum? Antes de responder, acrescente por esse rol modelos de algumas marcas do grupo Volkswagen, como Audi TT e A3, Skoda Octavia e Seat Leon - a lista cheia tem mais de duas dezenas de automóveis. Bem, o caso é que todos eles são criados sobre isso uma única plataforma, a MQB.


Como se vê, ela é capaz de ceder origem a veículos de segmentos incalculáveis, de hatches e sedãs até SUVs, passando por cupês esportivos, peruas e minivans. E, ainda por cima, de tamanhos bem variados. E como isto é possível? Entenda, a seguir, como uma única plataforma consegue ceder origem a carros tão diferentes. QUAL O Período Ideal Para a TROCA DO ÓLEO DO MOTOR, CAIXA DE CÂMBIO, FREIOS E DIREÇÃO HIDRÁULICA? O conceito de plataforma evoluiu bastante ao longo do tempo e, ao inverso dos primeiros monoblocos que substituíram as carrocerias sobre isto chassi, não é mais uma solução amarrada.

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A MQB (bem como a recém-lançada plataforma do Focus, da Ford, ou a CMF da aliança Renault-Nissan) é modular. “Como o respectivo nome diz, a plataforma modular é compostas de imensos módulos. Para conceder um exemplo descomplicado, eles conseguem ser fabricados como um lego”, explica Reinaldo Muratori, Conselheiro da SAE Brasil.


Essa modularidade permite a utilização de uma extenso parcela de componentes comuns, mesmo em veículos de segmentos diferentes. Dependendo da indispensabilidade, são feitas transformações somente em alguns módulos, sem a inevitabilidade de modificar o restante da infraestrutura. Deste jeito, é possível variar aproximadamente todas as medidas, incluindo entre-eixos, largura e altura - a única capacidade normalmente fixa é a distância entre o eixo dianteiro e as pedaleiras.


Segundo Muratori, isso se precisa à presença de diversos sistemas de segurança nesta porção do automóvel. Transformar cada padrão nesta porção teria um gasto muito alto. A principal vantagem da utilização de uma plataforma, desde as primeiras que foram criadas, é a diminuição nos custos que ela garante. Todavia a plataforma modular tem potencial de ampliar estas vantagens para um número bem superior de veículos produzidos a respeito essa base. “Imagine que, no caso do grupo Volkswagen, carros de marcas diferentes, em alguns casos de segmentos bem diferentes, como Audi e Skoda, são capazes de usufruir essa mesma base”, analisa. Quando anunciou o lançamento de sua plataforma modular, a CMF, a aliança Renault-Nissan garantiu que ela permitiria uma economia entre 20% e 30% no custo de fabricação de seus veículos.


As primeiras plataformas tinham as medidas entre-eixos fixa, com pequenas variações no tamanho do automóvel em atividade de modificações nas porções dianteira e traseira do automóvel. Portanto, uma plataforma acabava sendo associada a uma família de automóveis - hatch, sedã, perua, picape. Muratori, da SAE, reconhece que as primeira evoluções vieram em função do tipo de carroceria que era criada sobre isso essa base. “O melhor modelo disso é o que a Ford fez sobre a plataforma do Fiesta, criando o EcoSport.


Sobre a apoio de um modelo de entrada, ela construiu um mini-SUV, que era comercializado quase que pelo dobro do preço”, relembra. A melhoria seguinte foi a alteração da distância entre-eixos, passo anterior ao conceito de modularidade. “Percebeu-se que, com a troca de poucas peças, era possível acrescentar o entre-eixos em em torno de 10 centímetros.

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